sexta-feira, 12 de novembro de 2010

CASO CLINICO PROFESSORA AURORA

A pedido de Luciana Câmara estou abrindo esse blog, mas não sou responsável por acompanhar essa discussão. Não consegui copiar o caso e as perguntas, vcs podem postar.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Caso Clínico IV

M.T.S.O. 36 anos, branca, casada, advogada. Mãe de 01 filho de 12 anos. Residente em uma fazenda em Garanhuns, tenta sem sucesso engravidar novamente do seu segundo casamento. Histórico de 03 abortamentos naturais. As perdas embrionárias ocorreram logo nas primeiras semanas pós-implantação (entre a 2 e 4 semanas pós implantação). Procura auxílio em uma clínica de reprodução. Após o exame clínico a ginecologista explica que existem varias causas para os abortamentos ocorridos. Um dos questionamentos da médica foi o uso prolongado de contraceptivos ou a existência de vários parceiros, o que foi negado pela paciente. Desta forma a ginecologista, solicitou os seguintes exames, dosagens seriadas de hormônios para avaliar a segunda fase do ciclo menstrual, provas de função tiroidiana, exames laboratoriais rotina pré-natal, biópsia de endométrio, pesquisa Chlamydia e Micoplasma, bem como sorologias para listeriose, brucelose e cariótipo do casal. A paciente foi submetida a histerossalpingografia, pesquisa de fator anti-núcleo, pesquisa de células LE, anticorpo anti-cardiolipina e fator anticoagulante lúpico e pesquisa de fator aloimune (HLA), tendo sido submetido a paciente a uma exaustiva investigação diagnóstica com o intuito de esclarecer o motivo dos seus abortos freqüentes.

domingo, 15 de agosto de 2010

Caso Clínico III

Instituto de Ciências Biológicas – ICB/ UPE
Módulo Doença I – 3M – 2º Semestre 2010

Caso Clinico III

LMV, sexo feminino 58 anos, portadora de tipo sanguíneo AB(-), 58 anos, com sobrepeso, hipertensão arterial e diabetes de tipo II e úlcera varicosa na região do tornozelo direito. Usa medicação tópica para tratamento de candidíase vulvovaginal crônica, sem sucesso terapêutico por cerca de 2 meses. Trabalha em lavandaria hospitalar e foi vítima de acidente de trabalho quando da abertura defeituosa e súbita da porta de uma das lavadouras de roupas de porte industrial daquela dependência, que operava a uma temperatura de 80ºC no momento do acidente. A p paciente foi exposta a solução de água e sabão e substancias alvejantes naquela temperatura na região dos pés, pernas e coxas onde desenvolveu queimaduras de primeiro e de segundo graus, avaliados em 40% de área corporal queimada. A paciente foi atendida em estado de dor insuportável, estimada por escala objetiva de dor, no serviço de queimados do HR, quando foi realizada abundante lavagem das áreas queimadas, sob sedação, e procedida a colocação de curativos furacinados nas regiões afetadas. Foi instalado acesso venoso central, procedida a hidratação com hinger lactato e antibioticoterapia sistêmica. A paciente desenvolveu nas 48 horas seguintes picos hipertensivos, hiperglicemias acima de 300g/l, e leucocitose de 18.000 mil, e sinais hematológicos de hemoconcentração. Evoluiu na UTQ (unidade de terapia de queimados) com diminuição do débito urinário e exsudato supurativo nas faces internas das coxas e nas ulceras varicosas.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

CASO CLÍNICO II

Instituto de Ciências Biológicas – ICB/ UPE
Módulo Doença I – 3M – 2º Semestre de 2010


JJS, sexo masculino 25 anos, motoboy, acordou tarde e saiu de casa sem tomar o seu café da manhã, já muito atrasado, para fazer as entregas da empresa para a qual presta serviços. Iniciou o trabalho num dia chuvoso e de muitos engarrafamentos. Por volta do meio dia, lembra de uma sensação de tonturas e foi perdendo o controle da moto e avançou, sem perceber um sinal vermelho e colidiu imediatamente com uma caminhonete cabine dupla no centro de um cruzamento de vias. O motoboy rolou pelo pavimento e se chocou violentamente contra a calçada. O motoboy usava capacete, mas foi encontrado em estado inconsciente pela equipe do SAMU que foi chamada ao atendimento. O paciente mostrava vários rasgões nas roupas em braços e pernas, que estavam molhadas de sangue. Na unidade de trauma do HR foram diagnosticadas abrasões cutâneas, equimoses em pernas e braços, palidez intensa, sudorese fria, taquicardia, taquipnéia e hipotensão arterial em 60 x 40mmHg, e hipoglicemia de 23g/l. A tomografia encefálica mostrou edema cerebral difuso e calota craniana íntegra. A radiografia do tórax mostrou fraturas e deslocamento dos 3 últimos arcos costais esquerdos. O paciente progrediu com choque hipovolêmico e a punção abdominal demonstrou sangue livre na cavidade peritonial. O paciente foi hemotransfundido e encaminhado à laparotomia exploradora de emergência quando foi constatado volumoso hemoperitônio e múltiplas lacerações esplênicas. Foi realizada esplenectomia e na revisão cirúrgica foi evidenciada a presença de rim em ferradura quando foi explorado o coxim adiposo perinefrético esquerdo que encontrava-se hemorrágico. O paciente foi encaminhado a UTI ainda inconsciente para o pós-operatório.

O CASO JÁ FOI POSTADO. MÃOS À OBRA.